segunda-feira, 9 de março de 2020

IC2 a Estrada traiçoeira...

A 2.ª Marcha lenta, aconteceu porque os utentes, as pessoas e os organizadores estão fartos de promessas  da IP (Infraestruturas de Portugal) este que é o organismo público que gere e é responsável pelas estradas em Portugal a quem pertence este troço do IC2.

Lembro que este troço de estrada, que se localiza na sua maioria no concelho de Rio Maior, é o único que se assemelha e tem característica de IC (itinerário complementar) em que os cruzamentos são desnivelados, com partes onde há um separador central, e é neste mesmo troço de mais de 12 km que centram todas críticas, pois está em péssimo estado de manutenção.



Como sabem este troço foi construído em  (em betão) à mais de 25 anos, na altura pensava-se que este era uma nova forma de construção o que veio a revelar-se uma má escolha, porque quando da quebra abre autênticas crateras com quinas bastante viva que criam grandes mazelas nos pneus e em alguns desgastes nas mais variadas peças dos viaturas.

Hoje este troço, apresenta-se num estado de elevado perigo para quem aqui circula, fruto de um grande desinvestimento ou falta de manutenção ao longo dos anos.

Para além do piso cheio de buracos, há também a realçar o traçado, a falta de sinalização quer vertical quer horizontal bem como a falta de iluminação, fazem deste troço uma autêntica ratoeira para os milhares de utilizadores que diariamente ali passam.

Há também a realçar a falta de espaço nas bermas onde se possam parar as viatura em segurança quando da mudanças dos pneus ali rebentados.

O movimento de utentes do  IC2, apelida este troço como a estrada da vergonha, por ser um troço que deve envergonhar qualquer Português pelo estado em que se encontra e pelo volume de tráfico que apresenta, e também pelo número de vítimas mortais e pelo elevado número de feridos e danos nas viaturas.




É também uma estrada da vergonha para este governo e para este instituto, porque estes organismos estão continuamente a mentir acerca do arranque das obras de beneficiação prometidas desde 2015, e que poderia salvar algumas vítimas desta autêntica ratoeira.

Assim resta-nos aguardar e “rezar“ para que não haja mais acidentes com mais vítimas neste que é já um ponto negro da nossa rede viária até ao arranque prometido das obras.

Nuno Ferreira
08/03/2020

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